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O sistema SIGNUS permite a integração entre as operadoras de telefonia no que diz respeito à Roaming, verificação de valores por limite de crédito e fraudes. Tem como foco principal auditar a troca de CDRs (registro de uma chamada de telefone) entre as operadoras, avaliando nesse aspecto o desempenho de cada uma, e gerindo as contestações entre as mesmas e o controle do cumprimento dos procedimentos operacionais definidos pela associação. A troca desses registros de chamadas é feita por um sistema aplicativo também desenvolvido pela EAS. |
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Normalmente nos projetos em parceria com a HP, é ela quem monta e aprova junto com o cliente o Plano de Projeto, sendo que parte dele é feito junto com a EAS, principalmente o que diz respeito ao WBS e cronograma de desenvolvimento. Nesse plano são definidos os principais papéis, stakeholder e o plano de comunicação. |
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Após o Plano de Projeto aprovado, para o desenvolvimento do aplicativo, levantamos as necessidades do usuário e as regras e os requisitos de negócios, através de várias técnicas (JAD, protótipos, cenários, etc.) e montamos a primeira lista de requisitos e das regras de negócio, utilizando um artefato que chamamos de Documento de Visão de Negócio, que nos dá uma noção do negócio, dos problemas atuais e do que o cliente espera e precisa receber. |
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Uma vez aprovada pela HP (ou cliente HP) esse artefato, é solicitado que o cliente defina uma prioridade desses requisitos, sendo criada uma baseline para rastreabilidade e controle das mudanças que esses requisitos podem sofrer. |
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Após isso, a Gerência de Risco faz um monitoramento nos riscos levantados inicialmente e se necessário gera uma nova versão desse plano, a Gerência de Qualidade e Teste, verifica a consistência desses requisitos de negócio, com relação à forma e a possíveis faltas de clareza e ambigüidades e monta o plano de teste definindo já alguns cenários, sem fugir da Estratégia do Teste definida no início do projeto. |
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Desenvolvemos então outro artefato de especificação funcional em forma de Casos de Uso que dão uma idéia de como o sistema irá funcionar. Novamente esse artefato e auditado em vários aspectos, como se todos os requisitos de negócio tem um ou mais casos de uso para satisfazê-lo e se um caso de uso está atendendo algum requisito de negócio, e novamente solicitamos a HP/Cliente a aprovação desse documento. Feito isso é criada mais uma baseline e a versão 1.0 do artefato é entregue. |
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Os riscos também são revistos e atualizados de forma a minimizar os riscos negativos e maximizar os riscos positivos. Com relação a isso podemos destacar que os riscos de maior impacto para o projeto são priorizados (como por exemplo, um risco de tecnologia). Se o volume de risco for alto, atacamos os 20% mais graves, sem esquecermos os riscos que são característicos e identificados numa determinada fase da metodologia do ciclo de vida.
Os riscos são todos classificados e cada um recebe uma determinada estratégia que resumidamente pode ser: Prevenção, Mitigação, Transferência, Contingência ou Aceitação. Conforme o plano de monitoramento definido no Plano de Risco são feitas as reuniões de monitoramento e criado os milestones utilizado para o relatório de registro de monitoramento do risco. |
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Com relação ao Plano de Gerenciamento das Comunicações, definimos a necessidade de informações de cada envolvido no projeto, como essa informação será levada até ele e em que nível. Na maioria dos projetos com a HP, o Líder Técnico e o Gerente de Projeto sempre recebem cópia de qualquer e-mail que diga respeito a algum assunto do Projeto. Internamente, criamos um e-mail genérico com o nome do projeto, que o distribui para toda a equipe da EAS envolvida no projeto. Normalmente os artefatos gerados são entregues para o Líder Técnico e/ou Gerente de Projeto da HP, que se encarrega da distribuição dos mesmos para os clientes. Em alguns projetos ainda, a HP utiliza um site externo para colocação dos artefatos gerados.
O processo de distribuição de informações garante assim, que todos os envolvidos no projeto recebem a tempo e hora a informação a eles destinada. A EAS sempre aloca em todos os projetos um gerente de projeto junto a HP, com o papel de coordenar e funcionar como o principal interlocutor com o gerente de projeto HP. |
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Nas fases de Elaboração e Construção desenvolvemos a arquitetura da aplicação, as especificações técnicas e modelo de classes, além de quando necessários outros artefatos da linguagem UML 2.0, e os programas fontes. Esta fase se divide nas disciplinas de Análise e Design, Arquitetura, Construção e Testes. |
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A EAS tem ultimamente desenvolvido aplicativos na linguagem JAVA e PL-SQL da Oracle para HP, sendo os fontes entregues e homologados no final do projeto.
Nesta fase a equipe de Qualidade e Teste faz novas validações e verificações através de inspeções e revisões formais, além de preparar e aplicar os casos de testes conforme o aplicativo é construído. Dependendo do projeto a HP pode ou não dar o aceite nos casos de testes criados. |
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Esses mesmos casos de testes que foram baseados nos cenários de testes definidos ainda na fase de requisitos, e aderente a Estratégia de Testes, são à base do ATP (Plano de Testes de Aceitação). As características e subcaracteristicas da ISO 9126 são a base para a definição de onde a EAS deverá focar a maior força de testes. |
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Após o aceite e implantação do sistema junto ao cliente, a EAS cria uma baseline das fontes do aplicativo e os entrega para HP. |
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Durante todo o projeto a Gerência de Mudança estará agindo para garantir que qualquer alteração durante o mesmo seja tratada e validada no que diz respeito a principalmente possíveis impactos. Para que uma mudança seja efetuada, faz-se necessário que um artefato de solicitação de mudança seja preenchido por um stakeholders, onde o mesmo indicará o motivo (não-conformidade, melhoria, legislação). |
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O Gerente de Projeto HP uma vez concordando com a solicitação de mudança a encaminha para EAS que faz a análise do impacto (custo e prazo) para o projeto para atender a solicitação e a devolve para o Gerente de Projeto HP que uma vez aprovando-a, o insere no cronograma do projeto. |
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Dependendo da necessidade e urgência do projeto para HP, algumas atividades e artefatos podem deixar de ser desenvolvidos ou alguns planos podem estar embutidos no próprio Plano de Projeto, como às vezes ocorre com o Plano de Comunicações. |
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Estamos em processo de avaliação mpsBR-Nível F (equivalente a certificação CMMI-Nível 2). |
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A EAS no ultimo dia 29 entrou num
grupo de interesse sobre BPM
realizado na Firjan. Os processos da
fábrica de software estão todos sendo
remodelados com a nomenclatura de
Bussiness Process (BPMN). Além
disso uma equipe interna está voltada
para tecnologias que implementem os
conceitos.
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